sábado, 27 de agosto de 2011

os fatos e fenômenos de determinada realidade.

2011
Ontem num jogo do campeonato metropolitano de Curitiba classe 50 anos, surtei com o treinador "Gasolina" na nossa equipe, o Vila Fanny, num jogo noturno contra o Capão Raso. Preleção sem sentido, sem rumo, sem consistência, já me deixou indignado, postura (ou falta dela) na beira do gramado, substituições equivocadas e erros de leitura da realidade do jogo e demora na tomada de decisões (0x2 em casa). Por conta disto fui buscar ajuda no google para ver o que temos sobre preleções e comportamento do treinador de futebol. Clique e veja se interessa as seleções:
Preleção: 
http://www.efdeportes.com/efd158/o-pre-jogo-no-futebol-a-prelecao.htm


http://www.youtube.com/watch?v=-mGPsZh51Go


http://www.youtube.com/watch?v=Ts32nd9YjWs


perfil: 
http://ucha.blogia.com/2011/050404-perfil-de-lideran-a-para-treinadores-de-futebol-na-vis-o-de-treinadores...-conti.php


formação e habilidades: 
http://vsites.unb.br/fef/downloads/paulo-henrique/treinador_e_treinamento_futebol.pdf


Trabalho e motivação: 
http://www.youtube.com/watch?v=vN03od-fbR8

por conta da falta de liderança e atitude? olha o que acontece. Coisas ruins coletivas. 
http://www.youtube.com/watch?v=ZThZ5AeLZ4A

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Geraldo Assoviador - Luis Antonio Simas

video sobre a morte de Geraldo: 




Emocionante o texto e o video 
- informação do texto enviada por Salvador Falcao.
"Deixo aqui registrado o meu muito obrigado pelas palavras e a saudade eterna pela craque... meu nome é Lincoln Dias Alves Junior, Fiho de Lincoln dias Alves, irmão de Gerâ e com muito orgulho sou sobrinho dessa fera! Hoje com certeza bate bola em um time com Garrincha, Denner e muitos outros craques no andar de cima...


- vamos ao texto do blog do Luis: 


A próxima quinta feira, dia 26 de agosto, marca o aniversário de encantamento de um passarinho cantador dos mais raros da fauna brasileira - o craque Geraldo Cleofas Dias Alves, o Geraldo Assoviador. Certa vez escrevi, no meu antigo blog, um texto louvando a memória de Geraldo. O  momento é de homenagear de novo Geraldo, seguindo a lição dos mais velhos. A única morte efetiva, incontornável, maldita, é o esquecimento. A vitória da vida é a lembrança. Geraldo é Egungun no meu terreiro brasileiro; ele baila com as vestes sagradas dos ancestrais. Aqui, pelo menos, ele não será esquecido. Contar dos ancestrais é dar continuidade à cultura e manter as tradições da aldeia.

Peço a licença na regra dos preceitos e  louvo no texto abaixo um ancestral do meu país. Agô Baba, Mojubá. Agô Babá, Mojubá. Agô Babá, Mojubá.  O nome é Geraldo Assoviador, e que ele um dia seja lembrado pelos netos dos  nossos netos como faço agora.

Uma das coisas que mais me fascinam no Brasil é a impressionante capacidade que o povo brasileiro teve de se apropriar do futebol europeu - o tal do violento esporte bretão - e lidar com o mesmo não como simulacro, mas como reinvenção. Esse talvez seja o traço distintivo mais importante de um certo modo de ser brasileiro; a capacidade de apropriação de complexos culturais estranhos e o poder de os redefinir como elementos originais. Coisas nossas, como disse o menino Noel Rosa.

Não consigo pensar, em suma, o Brasil sem refletir sobre o futebol e a criação de um modo brasileiro de jogar bola completamente diferente do sisudo jogo inventado pelos britânicos. Isso vale para a música, a dança, a culinária, as formas de amar, sofrer, chorar, enterrar os mortos e celebrar a vida. Amamos, dançamos, morremos, choramos, celebramos, comemos e tomamos cachaça, enfim, da mesma forma como gostamos de jogar bola.

Digo isso e penso, imediatamente, na figura maior de um craque que, infelizmente, não tive a oportunidade de ver nos gramados como deveria. Falo de Geraldo Assoviador, meio-campista do Flamengo de meados da década de 1970. Eu era bem menino, doido pela bola, e ouvia impressionado meu avô contar sobre uma mania que Geraldo tinha durante as partidas, a de assoviar enquanto realizava as jogadas mais inusitadas em campo.

Esse hábito de jogar assoviando deu a Geraldo a fama de irresponsável, irreverente, descompromissado, chupa-sangue e outras baboseiras do gênero. Queriam que o neguinho Geraldo, mineiro de Barão de Cocais, se comportasse como um respeitável centro-médio europeu, de cenho franzido e olhar de touro brabo, uma espécie de candidato a meia direita da seleção da Escócia. Mas Geraldo era brasileiro.

Não percebiam, os senhores críticos, que Geraldo jogava bola com a mesma naturalidade com que cruzava uma esquina, comia um tutu com torresmo ou tomava uma abrideira para chamar o apetite. Geraldo jogava como vivia - ou vivia como jogava, sei lá. Já cansei de sonhar com uma cena ( será que ocorreu?) que é a seguinte: durante um clássico no Maracanã, estádio lotado, uma pipa cai no meio do campo; Geraldo captura, com jeito moleque, o papagaio e começa a empiná-lo, enquanto dribla os adversários e assovia em direção ao gol.

Lembro-me, impressionadíssimo, quando numa certa tarde de 1976 recebi a notícia de que Geraldo, o craque que assoviava, tinha acabado de morrer, aos 22 anos de idade, em consequência de uma parada cardíaca sofrida durante uma operação de amígdalas. Quero crer que aquela foi a primeira notícia de morte que recebi, muito menino ainda, na minha vida. Nunca mais esqueci. Meu avô, chorando copiosamente, repetia apenas:

- Cracaço! cracaço! Que pena. Você, que gosta tanto de futebol, não viu esse garoto jogar.

Muito tempo depois - meu avô já tinha ido oló - eu estava num terreiro de candomblé para participar de um xirê em homenagem a meu pai Ogum, o orixá dos metais e da guerra. Eu tocava o lumpi, um dos atabaques sagrados. Durante a festança, com o coro comendo solto,  Exu tomou o corpo de uma yaô para participar da alegria de Ogum, seu dileto irmão. Imediatamente, para se fazer reconhecido na terra, Exu gingou como exímio capoeirista e deu o seu ilá - o som que o orixá emite quando sai do Orum, o país do mistério, e vem ao Ayê, o nosso mundo, para comungar com os homens.

ilá de Exu, meus camaradas, era um assovio longo e afinado, como quem silva para chamar o vento e enfeitiçar o mundo com a precisão do passe.

Quem disse que eu não vi Geraldo em campo?


terça-feira, 16 de agosto de 2011

Atlético do Pr e suas perfomances

Enviado pelo meu sobrinho Jeffe, músico e amante de futebol tem parentesco direto com dois idolos atleticanos, Caju e Alfredo Gottardi, pai e filho com carreiras marcantes no clube. 
- Olha o texto: 

Mais um título invicto. Novamente o rubro-negro foi inteiramente superior aos adversários. E chegava a uma estatística incontestável. Com apenas 12 anos de existência, em 1936 o Atlético conquistou seu quinto título Paranaense. Além das cinco taças de campeão, o Rubro-Negro já havia conquistado outros três vice-campeonatos. Um excelente retrospecto para um clube tão jovem.

O campeonato de 1936 foi conquistado novamente sem nenhuma derrota e, pela primeira vez, com três rodadas de antecedência. Nossa superioridade foi inquestionável do começo ao fim.

A fórmula escolhida para a disputa da competição foi a de pontos corridos, com jogos em turno e returno. Já havia sido assim em anos anteriores, mas a fórmula foi abandonada em 1935. O Rubro-Negro mostrou sua força logo no Torneio Início, disputado no velho e aconchegante Joaquim Américo, em março daquele ano. Logo de saída goleamos o Savóia por um sonoro 4 a 0 e olha que, em torneio início, os jogos têm apenas 20 minutos. Na semi-final, enfrentamos o Palestra Itália. No tempo normal e na primeira prorrogação ficamos no 0 a 0. Na segunda prorrogação, vencemos por um escanteio. Na final, o adversário foi o Ferroviário e o resultado se repetiu. Só vencemos depois de 40 minutos de jogo, na segunda prorrogação e, mais uma vez, com um escanteio de vantagem.

Mas foi no Campeonato a valer que o Atlético assustou ainda mais os adversários. Foram 12 jogos, nove vitórias e apenas três empates. Tivemos o artilheiro do campeonato (Bento – 10 gols) e a defesa menos vazada (8 gols). E foi em mais um clássico Atletiba que o Rubro-Negro conquistou o título por antecipação. Naná marcou o gol da vitória atleticana, chutando no alto. O goleiro coxa até tentou a defesa, pareceu segurar, mas acabou soltando a bola dentro do gol. O adversário ainda tentou reagir, mas além de um grande goleiro na meta, o Atletico ainda está com a sorte de um grande campeão. Cajú fez defesas inacreditáveis e, quando não pôde alcançá-las, em duas oportunidades, a trave deu conta de evitar o empate. Éramos novamente campeões, mas o Campeonato ainda não havia acabado e, pra não destoar do resto da campanha, ainda vencemos Britânnia e o Junak nas rodadas finais

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Elizeu - Ex-profissionais residentes em Curitiba.

Acompanhe os textos do Eliseu: 



Campeão brasileiro em 1985, Elizeu após encerrar carreira profissional. continuou com muito folego batendo sua bolinha. Hoje participa ativamente do futebol amador e é um dos destaques do Campeonato Cinquentinha de Curitiba, atuando pela equipe do Botafogo de São Jose dos Pinhais e também do Quarentinhas jogando pela equipe de Araucaria.
Foi campeão em 2009  do campeonato "40tinha" de Curitiba atuando na equipe do Santa Quitéria.

Pelo Capão Raso foi penta-campeão da categoria  master - 35anos, antes de 2009. 

Foto-0013.jpg
Eliseu com a camisa do Botafogo de SJP - fortissimo candidato ao titulo da categora 50tinha de 2011.
Segue algumas informações:

site coxanautas: 
Elizeu Rolim de Moura Neto, nascido em Piraí do Sul no dia 01/10/1961, jogador formado nas categorias de base do Coritiba, atuou pelo alviverde nos anos de 1982 a 1985, tendo disputado três campeonatos paranaenses (82, 83 e 84) e dois campeonatos brasileiros (84 e 85). Na campanha do título brasileiro de 1985, Elizeu atuou em três partidas (31/01/85 - Coritiba 2x1 Cruzeiro, 06/02/85 - Vasco 3x0 Coritiba e 10/04/85 - Náutico 2x0 Coritiba).
Aproveite e veja os bons textos escritos por ele no mesmo site: 
1 - Posicionando-se!  Estrelas de prata na camisa - não!
http://www.coxanautas.com.br/noticias/conteudo.phtml?id=31062&t=Campeao-de-1985-fala-sobre-a-polemica-da-estrela-prata
2 - Consciencia das artes e necessidades do futebol 
http://www.coxanautas.com.br/noticias/conteudo.phtml?id=8218&t=i34Para-vencer-um-time-precisa-ter-Alma34i
3 - Ligação com o clube onde jogou, com atuação juntos aos atleta e trocedores. .
http://www.coxanautas.com.br/noticias/conteudo.phtml?id=6729&t=Campeao-Brasileiro-escreve-aos-jogadores-e-a-torcida

Inicio de carreira destaque na Placar:

ELENCO CAMPEÃO - Tecnico: Enio Andrade - auxiliar: Dirceu Krugger
Almir José Gil - 20 jogos
Florianópolis / SC - 28/09/1953
André Aparecido Ranzani - 26 jogos
Loanda / PR - 16/12/1962
Carlos Aragonez Espinosa - 06 jogos
Santa Cruz (Bolívia) - 16/02/1956
Alceu Mentta - Caxias - 03 jogos
Veranópolis / RS - 26/04/1958
Marco Aurélio Morais dos Santos - Dida - 26 jogos
Ponta Grossa / PR - 26/10/1965
Édson Gonzaga Alves Filho - 21 jogos
Rio de Janeiro / RJ - 06/01/1960
Elizeu Rolim de Moura Neto - 03 jogos
Piraí do Sul / PR - 01/10/1961
Carlos Gardel Bruno - 03 jogos
Vitória / ES - 01/09/1955
Gérson Dall' Stella - 02 jogos
Curitiba / PR - 30/10/1961
Gil - Jumarildo Tadeu Borato - 08 jogos
Bocaiúva do Sul / PR - 22/05/1963
Édson Gomes Bonifácio - 16 jogos
Vitória / ES - 09/09/1956
Hélcio de Lima Scardanzan - 06 jogos
Lapa / PR - 05/05/1964
Heraldo Gonçalves da Silva - 16 jogos
Dourados / MS - 12/07/1958
Índio - Valdevino José da Silva - 27 jogos - 9 gols - artilheiro
Cuiabá / MT - 06/06/1958
Jairo do Nascimento - 01 jogo
Joinville / SC - 23/10/1946
Lela - Reinaldo Felisbino - 27 jogos
Baurú / SP - 17/04/1962
Luisinho - Luís Fernando Cavassim - 01 jogo
Curitiba / PR - 07/09/1964
Marco Aurélio Moreira - 11 jogos
Muriaé / MG - 10/02/1952
Marildo Mendes - 25 jogos
São Lourenço do Oeste / SC - 07/08/1962
Paulinho - Paulo Jorge Cirilo da Silva - 12 jogos
Rafael Cammarota - 26 jogos
São Paulo / SP - 07/01/1953
Toby - Dorival Mateus da Costa - 28 jogos
Uraí / PR - 18/02/1962
Vavá - Edwald Yurk - 21 jogos
Guaratuba / PR - 16/05/1962
Vicente Salvador Ribeiro - 15 jogos
Belo Horizonte / MG - 06/01/1960
Zé Carlos - José Carlos Pereira da Silva - 05 jogos
Belém / PA

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Futebol, movimentação e um pouco de liberdade e qualidade!!!

Algumas imagens para nunca esquecermos que movimentação e liberdade são tônicas fortes em qualquer tipo de jogo de futebol - vejam nobres treinadores profissionais, amadores e das peladas de pobres mortais.

http://youtu.be/e2gZ2_P-KIk


http://youtu.be/zheeyBczLlw

 http://youtu.be/kd8zi-DZSnQ


quinta-feira, 4 de agosto de 2011

A música, futebol e boa pelada

São imprescindíveis! Chico Buarque peladeiro convicto! Eu também gosto de boa pelada, bem jogada - coisa não muito fácil.
parte I
http://youtu.be/u8F2tQHazAU

parte II
http://youtu.be/q_cYD_QAOBY

domingo, 19 de junho de 2011

Gigantes do Futebol Brasileiro - nova edição

Vale a pena registrar a materia da gazeta do povo aqui de Curitiba sobre grandes astros do futebol brasileiro:

http://www.gazetadopovo.com.br/cadernog/conteudo.phtml?id=1138602


Segue alguns trechos:

"Vozes do além – Às véspera dos jogos, Didi era o primeiro a se recolher. No quarto, entrava em transe. Quando as vozes que ouvia eram favoráveis, era o melhor em campo. Quando não, dava lugar à introspecção. “Se cismava que a coisa não ia dar certo, ele nem tentava”, recorda Nilton Santos."

"Mas o melhor relato do surgimento de um mito está no capítulo dedicado a Domingos da Guia. Na segunda partida do zagueiro pela seleção, com apenas 19 anos, contra o Uruguai – mesmo país que em pouco tempo o zagueiro se tornaria ídolo pelo Nacional de Montevidéu e de cuja imprensa receberia o apelido de Divino Mestre –, coube a ele marcar o principal jogador da Celeste. O atacante Dorado era conhecido pelas arrancadas rápidas, praticamente impossíveis de serem contidas. Pois, numa dessas corridas, Dorado fora confiante como sempre à intermediária. Passou por todos os marcadores, inclusive Domingos. Ainda passaria pelo goleiro, até o arremate, quando só então se deu conta de que a bola já não estava mais em seus pés. Estava com Domingos da Guia, que, tamanha classe, já a havia roubado e começado o contra-ataque sem o uruguaio e nem os próprios companheiros de time perceberem."

terça-feira, 24 de maio de 2011

Futebol e Arte - trecho do documentário - SESCTV



As diversas relaçoes do futebol, povo, intelectualidade com a Sociologia, música, prosa e poesia, dança, etc. Bom para visualisarmos o futebol sob varios enfoques.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Altevir Sales - goleiro - 1066 min sem tomar gols

Altevir, o Altevir Sales, goleiro do Atlético Paranaense e de outros oito times nos anos 70 e 80, mora em Curitiba (PR) e é técnico revelador de jogadores na região suburbana da capital paranaense. Lá, já dirigiu o Trieste, de Santa Felicidade, e o Iguaçu, em 2007. Quando jogava, o seguro Altevir ficou 1.066 minutos sem levar gol na meta do Furacão!!! Que recorde, hein, Altevir? Parabéns!




Fonte: texto do site milton neves

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Primeira transmissão de Futebol da Rede Globo parte 3


- Pelé, Gerson, Manga e o jornalista foi despedido - coisas da Globo desde aquela época.

Zé Roberto - Melhores Momentos 2009


Unico atleta da Copa do Mundo de 2006 que realmente jogou futebol. Um dos poucos videos que valoriza a assistencia.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Zizinho - serie jogadores historicos

Um dos maiores jogadores - mestre Ziza - 2.o agachado - esquerda p/direita (foto: site oficial Bangu)
Veja entrevista:
http://www.youtube.com/watch?v=qrRQbTtgEeA

- do site oficial do São Paulo FC:
Grandes Ídolos

Thomas Soares da Silva
Apelido: Zizinho
Jogos disputados pelo SPFC: 60
Ano de entrada no clube: 08/11/57
Data de saída: 20/02/59
Gols marcados no SPFC: 24
Data de nascimento: 14/09/21 em Niterói, RJ.
Títulos conquistados no SPFC: Campeão Paulista de 57. Outros clubes em que atuou: Flamengo e Bangu (antes do SPFC).
Mestre Ziza foi quase um Pelé dos anos 40/50. Jogava muito, dava shows. Foi o melhor jogador da Seleção Brasileira no Sul-Americano de 49 e na Copa do Mundo de 50. Fazia gols, lançava, driblava, comandava o time e vivia sempre sorrindo. Jogou pouco mais de um ano no tricolor, mas o suficiente para entrar na história como o grande comandante do time campeão paulista de 1957. Um time que entrou desacreditado no campeonato, mas que se superou com o técnico Bella Guttman no banco e Mestre Ziza no campo.
- mais dados:
http://www.universotricolor.com/idolo-zizinho/

Didi - serie craques históricos

Um dos maiores jogadores de todos os tempos em materia da revista O Cruzeiro / 1959.


http://memoriaviva.com.br/ocruzeiro/12091959/120959_4.htm
- fonte: site Memoria Viva
El 20 de diciembre de 1959, el Real Madrid vence a la Real Sociedad por 1-3


Madori Okano



El Real Madrid visitó el estadio de Atocha para enfrentarse a la Real Sociedad en la jornada 14 de Liga. Los blancos vencieron en un terreno siempre difícil consolidado su condición de líderes. Un partido igualado que, tras la expulsión de Alquiza en el minuto 42, cambió. A partir de ahí los madridistas se acercaron a la portería rival.



La Real Sociedad comenzó retrasando la posición de Paz y el Real Madrid la de Didí, pero de manera distinta en cuanto a la forma de llevar el juego. Los merengues buscaban el desmarque y los avances en profundidad, incluso por los extremos arrancando desde atrás, mientras la Real Sociedad bombeaba hacia el área contraria todo balón que llegaba a medios y defensas. Por ello, hubo dominio territorial por parte de los locales, que llegaron a lanzar cinco córners en la primera parte y con peligro de gol, bien despejados por Domínguez.



Cinco minutos antes del descanso se produjo una jugada que cambiaría el rumbo del partido. Paz es amonestado y Alquiza expulsado por agredir a Marquitos tras hacerle una falta bastante fuerte. El público se calentó pensando que el árbitro debería haber expulsado en todo caso a los dos jugadores, pero el Real Madrid marcó su primer gol en una jugada de Mateos y Herrera ante los pitos de la grada.



En la segunda parte el público se tranquilizó y la Real Sociedad reforzó su ataque, de manera que la defensa quedó un poco desamparada, y los blancos pudieron aprovechar para marcar. El Real Madrid mostró su veteranía para hacer su juego y dominar el partido. Aún así, la Real Sociedad, con inferioridad numérica, fue siempre un rival luchador.



Alineaciones:

Real Sociedad: Araquistáin; Gordejuela, Ansola, Irulegui; Echarri, Galardi; Aznar, Rivera, Gallástegui, Paz y Alquiza.

Real Madrid: Domínguez; Marquitos, Santamaría, Zárraga; Vidal, Ruiz; Herrera, Didí, Di Stéfano, Mateos y Gento.
Goles:
0-1: m. 44. Contraataque de Mateos por la derecha con mucho peligro, centra a Herrera y éste, en difícil posición, cruzó el balón al rincón contrario.
0-2: m. 53. Didí, con una sorprendente vaselina desde fuera del área.
0-3: m. 55. Gento burla a Ansola y marca.
1-3: m. 60. Echarri, de cabeza.

- fonte. Site oficial Real Madrid

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Gols no Fantástico 1992

Tempo que a Globo dava mais tempo para vermos os gols sem pressa e sem muitos cortes. Também para relembrar alguns bons jogadores e gols bonitos.